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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Clássico 5: A Felicidade Não se Compra...

Tão tradicional quanto a Ceia, o que seria do Natal sem um filme fofinho, natalino e com uma mensagem positiva? Existem milhares de filmes com tema de Natal, inclusive comédias, mas é claro que meu filme preferido, é um clássico e melhor, em preto e branco!
A Felicidade não se Compra (1946) é um daqueles filmes onde a árvore de Natal é imensa, a neve não pára de cair lá fora e a moral da estória nos faz refletir (quer época melhor para isso?). Sem falar no largo sorriso ao final do filme.

Já no início do filme, conhecemos o menino George Baile, um garoto bom e responsável, com grandes sonhos de explorar o mundo, e assim acompanhamos o desenrolar de sua vida até a maturidade, nos momentos mais difíceis que culminam numa tentativa de suicídio frustrada por um anjo, na noite de Natal. Isso mesmo, um anjo desastrado vem mostrar a George que se a vida lhe parece ruím, sem ele seria muito pior. Um maravilhoso exemplo para ser lembrado quando a gente insiste em reclamar da vida, mas depois percebe que ela não é tão ruim assim como a gente a pinta!

Amo a mensagem do filme, a moral que ele nos traz, o clima natalino tipicamente americano, James Stewart  como o "moçinho" ideal, amo a valorização da família, amo ver o quanto George sonha em viajar, conquistar o mundo e tudo ao seu redor conspira para que ele fique no verdadeiro lugar onde ele é feliz...mas que ele ainda não sabe!!!









Assista e aqueça seu coração!!!

sábado, 1 de outubro de 2011

Clássico 4 : Sete Noivas para Sete Irmãos...

Como foi difícil escrever sobre esse clássico, porque ele é simplesmente o meu musical favorito. Eu queria resumir em poucas palavras nesse post toda a magia, encantamento e alegria que esse filme me traz, mas não consegui. Isso explica o post enooooorme.

Em uma visita a cidade, Adam, um alto e forte lenhador está decidido a encontrar uma esposa e levá-la para seu rancho. Por sorte, ele encontra Millie, uma dedicada garota que está insatisfeita com sua vida pacata. Os dois decidem se casar no mesmo dia.
Sem se conhecerem, sem afinidades, mas com visível atração, vemos Millie cantarolar alegremente no caminho para o rancho, como será bom cozinhar para um homem, servir a um homem, cuidar de um homem...mas para a surpresa de Millie, Adam omite uma "pequena" informação: ele tem mais 6 irmãos vivendo com ele no rancho!!!

Assistir o desenrolar dessa história é apaixonante. Eles são os opostos. Baixinha e frágil, Millie é um exemplo de esposa em uma época onde as mulheres eram secundárias e não tinham voz. Mas ela quer paixão em sua vida e aceita se casar com um desconhecido justamente em busca de romance. Millie acredita no amor!!!
Já Adam é rude, grosseiro, quase um homem das cavernas, porém leal, honesto e de bom coração. Alto e bonitão, é o último dos machos. Mas a definição de esposa para Adam é alguém que lave, passe e cozinhe para ele e os irmãos. Mesmo assim, eles são uma combinação perfeita.

Conhecer os 6 irmãos, sujos e mal-educados e suas diferentes personalidades nos faz nos apaixonar por cada um deles. Assim como as mocinhas do filme, não resistem a masculinidade rústica dos garotos. E se eu fosse uma mocinha vivendo em 1850, em uma cidadezinha tediosa, até eu queria ser seqüestrada por um deles também! Brincadeirinha...

A cena em que Adam apresenta os irmãos a Millie é hilária. Eu acredito que mesmo frustrada, Millie percebe que os irmãos precisam tanto dela, quanto seu próprio marido, pois eles carecem de uma figura feminina e materna, e ela é como um anjo que caiu na vida deles, com seu jeitinho doce, ela consegue transformar a casa caótica dos irmãos, em um verdadeiro lar.

Duas cenas em particular eu não me canso de ver: Adam cantando no começo do filme, ele com aquele vozeirão todo, descreve na canção como a sua futura mulher deve ser, uma música apaixonante. E a mais fantástica cena de dança que eu já vi. Os personagens (dançarinos e acrobatas na vida real) nos deixam extasiadas com sua habilidade de dança nos lugares mais inusitados, como em cima de um tronco, por exemplo, e tudo sem efeitos especiais. Todas as cenas de dança,seu colorido e suas coreografias são um exemplo de técnica e perfeição. Talento é assim, ou você tem, ou não tem!

Ai ai, me empolguei e falei demais, mas acreditem, eu poderia falar muito mais, porém eu encerro esse post com um pedido: Assistam! Porque os filmes musicais, especialmente os clássicos, tem esse poder sobre nós...de nos deixar felizes!!!

Curiosidade: Quando eu era pequena, mais precisamente em 1988, eu fui ao cinema assistir "O Casamento dos Trapalhões" e amei o filme. Eu nem imaginava que era uma versão deliciosa desse clássico. Isso ficou para sempre gravado na minha memória.








Ele já faz parte da minha coleção!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Clássico 3: O Bebê de Rosemary...

Essa semana eu fiquei de cama. Uma gripe me "pegou" e literalmente me derrubou. Ela ainda não foi embora, mas eu fico com uma saudade danada desse cantinho. Aproveitei meus dias "de cama" para rever alguns filmes, foi por isso que o post ficou grande, eu me empolguei. Vi esse filme ontem, então estava tudo fresquinho na minha memória.

Rosemary é uma mulher meiga, de aparência frágil e dona de casa feliz. O jovem casal se muda para um novo apartamento em New York, cercado de vizinhos estranhos, histórias horripilantes sobre o lugar e sons e cantos misteriosos vindo dos outros apartamentos. Rosemary fica grávida em uma noite bizarra e tem uma gestação diferente e complicada. A pobre Rosemary carrega o filho que nenhuma mãe quer ter.

O Bebê de Rosemary (1968) é um filme polêmico. Uns amam e outros odeiam na mesma intensidade, sem contar o fato de que filmes com teor religioso e o Mal, sempre geram discussão. Eu mesma tive sentimentos conflitantes quando assisti pela 1° vez: gostei, não gostei, podia ter sido diferente, enfim, daí entendi que tinha gostado do filme, mas o final me assombrou por semanas...anyway...cheguei a conclusão que é um classicão de horror do mais alto gabarito. Impossível não reconhecer a genialidade do filme.

Ontem eu assisti novamente e continua sendo um filmaço, daquele tipo de terror que já está extinto. A estória, claro, é inverossímil, mas é um terror sugestivo, angustiante, impossível não se envolver. Nada de sangue desnecessário ou apelativo, aqui, olhares e pequenos detalhes, dizem muito mais. Eu particularmente gosto de filmes que me intrigam, que despertam diversos tipos de sensações em mim, que me fazem pensar, imaginar, filmes explicadinhos, óbvios e mastigadinhos demais... definitivamente não fazem meu estilo.

Mesmo louuuuca para comentar o final polêmico e assustador, não vou estragar a festa de ninguém, vai que depois de ler esse post você saia correndo para locadora mais próxima ou baixe hoje mesmo pela net. Os 3 minutos finais do filme, são um turbilhão de sentimentos, gostamos dela? O que ela estava pensando? O amor materno prevalece em qualquer situação? O Mal deve vencer o Bem?

Outra coisa boa do filme, é o clima lúdico e delicioso dos anos 60. Os vestidinhos de Rosemary são fofos, tem o corte de cabelo que revolucionou os anos 60, e como é gostoso ver como Rosemary vai deixando o apartamento, antes frio e cinza, em um lugar branco, iluminado e com uma decoração convidativa. Destaque para a cabeceira de cama dela feita de tábua e tijolos, como ela reveste as prateleiras do armário e como tudo no apartamento fica lindinho de branco e amarelo. Agora que sou blogueira, eu reparei nisso tudo também!






Mia Farrow tinha 23 anos e estava no auge de sua beleza. Olha aí o corte ousado e mais copiado dos anos 60.


Eu recomendo esse filmaço e depois volta pra debater o final comigo, vai?

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Clássico 2: Cantando na Chuva...

A madrugada está fria e chuvosa, o protagonista ganha um beijo da garota e extasiado de alegria, anda pelas ruas suspirando de amor. Desiste do guarda-chuvas e começa a pular em poças e a dançar na chuva. É o cenário perfeito para demonstrar seu amor. Não, ele não é louco, só está apaixonado! Isso sim é cena clássica!

Cantando na chuva é um daqueles filmes que me deixa com sorriso no rosto, mesmo em um dia cinza de chuva (sem trocadilhos!). É alegre, leve e despretensioso, como um bom musical dos anos 50 deve ser. A estória, até meio "bobinha", nas verdade retrata de forma engraçada a transição do cinema mudo para o cinema falado. Nos anos 20, com a chegada do som, muitos astros do cinema mudo se viram "encurralados" pela novidade e carreiras foram destruídas. Quando se tratava de falar nos filmes, somente seus rostinhos bonitos de nada serviam e então se descobriu quem tinha talento ou não. A expressão "só um rostinho bonito" deve ter nascido ali.

Sem machismo ou preconceito, Gene Kelly era um dançarino impecável e além de tudo um homem de muita classe, um verdadeiro Gentleman. Destaque também para o amigo de humor irônico e afiado e sua cena maravilhosa de dança "Make 'Em Laugh", além da engraçadíssima Lena Lamont e sua voz, digamos, peculiar...
E tem também a "mamãe" da princesa Léia de "Star Wars", como a moçinha do filme.
Eu recomendo!!!





Bom demais!!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Clássico 1: O Mágico de Oz...

Vamos assistir um filme clássico hoje? Faz uma eternidade que não vejo um filminho numa tarde preguiçosa, afinal, essa vida de mamãe não me deixa. Mas assim que Thomas dormir durante a tarde vou adicionar um clássico na minha agenda. Eu bem que estou merecendo ver um filminho de pernas pro ar! Para mim, essa 2 horas são melhores que terapia.

Pensando nisso, tive essa idéia fantástica de criar uma nova tag aqui no blog, para falar dos clássicos eternos, daqueles que mais gosto e daqueles que todo mundo precisa ver pelo menos uma vez na vida! E como eu adoro falar sobre isso, eu fiquei muito empolgada e já preparei o 1° clássico para inaugurar o post.
"O Mágico de Oz"

Esse filme é um clássico da minha infância, pura Sessão da Tarde quando ela era boa. Pois é, eu sou da época que era divertido assistir Sessão da Tarde. Eu tenho muitas lembranças sobre esse filme e sinto uma nostalgia gostosa toda vez que o vejo. Quando eu era criança, esse era o filme me fazia sonhar, viajar, imaginar um mundo tão colorido e divertido como Oz.
Adoro a interpretação doce de Judy Garland, o fato de ela ser criada pelos tios e não pelos pais sempre me intrigava, eu morria de medo de um tornado também levar minha casa e o toque mais genial de todos, a "quebra" de cores do filme: em sépia no começo, mas assim que ela chega a Oz, tudo se torna colorido e alegre. Adoro, adoro, adoro!!!
E falem a verdade, "Over The Rainbow" não é uma das canções mais bonitas do cinema? Mas para não ser injusta "If I Only Have a Brain" cantada pelo espantalho esperto, mas que não tinha cérebro, também é uma das minhas preferidas.








Lindo demais!!!
Meninas, dividam suas lembranças sobre o filme comigo também.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Adeus a Tony Curtis...

Quem me visita por aqui, sabe o quanto eu sou apaixonada por filmes clássicos. Hoje faleceu Tony Curtis, aos 85 anos.
Tony foi um ator dos anos 50 mais conhecido pelo seu papel em "Spartacus" 1960 e na comédia "Quanto Mais Quente Melhor" 1959. Ao lado de Jack Lemonn e Marilyn Monroe o filme é até hoje, uma das melhores comédias que já assisti com humor leve e inteligente! Bonito e considerado um "playboy", Tony mostrou que também tinha senso de humor ao se vestir de mulher para o filme.
Tony era pai da atriz Jamie Lee Curtis, fruto de seu relacionamento com a atriz Janet Leigh (Psicose), os dois formaram um casal de ouro na década de 60. Mesmo enfrentando problemas com álcool e drogas, Tony sempre esteve presente em pequenas produções do cinema e sempre foi um ator respeitado.

Tony, o galã...

Tony e Janet, o casal se conheceu durante filmagens.

Depois de assumir infidelidade no casamento, Janet pediu divórcio e Tony teve outros cinco casamentos.

Com as filhas Kelly e Jamie Lee ainda bebê.

"Quanto Mais Quente Melhor"


Tony Curtis